Data: 27.10.2010 - Fonte: CQCS/Renata Santana
Baseado em algumas denúncias o Sindicato dos Corretores do Rio Grande do Sul, junto a empresas Corretoras de Seguro entraram com um processo no Ministério Público após tomarem conhecimento de que algumas concessionárias de veículos estavam fazendo campanhas publicitárias promovendo a venda do seguro grátis.Após um consenso a Promotoria Especializada de Defesa do Consumidor conseguiu fechar acordo através do TAC(Termo Ajuste de Conduta) com a Hyundai, Toyota, Nissan, Suzuki e Renault por causa das práticas comerciais abusivas que suas concessionárias estavam adotando na hora de vender seus veículos.Com o objetivo de atrair mais clientes as empresas faziam oferta do Seguro Grátis em alguns veículos de comunicação impresso, o advogado do Sincor/RS, Arly Santos em entrevista esclareceu a situação, “Eles vendiam para o público o seguro como se fosse grátis, sendo que o valor real cobrado estava embutido na parcela do financiamento, o consumidor não recebia informações sobre as coberturas ou garantias do seguro oferecido.”Tomando iniciativa perante a justiça e como objetivo de proteger os interesses dos consumidores o Sindicato junto com as Seguradoras conseguiram um termo de ajustamento de conduta que exigiu dentro do prazo de 30 dias o recolhimento de toda campanha publicitária veiculada em desconformidade divulgada em qualquer meio de comunicação, alegando que se houvesse qualquer descumprimento da norma, o valor da multa seria de R$10.000 reais para cada infração praticada. Após a iniciativa do Sindicato local as campanhas publicitárias que eram feitas através de jornais e revistas foram suspensas, ainda em entrevista o advogado afirmou que essa é uma prática de anos, que ainda precisa ser combatida no nosso país.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Isso cheira a " TRAMBIQUE" . CUIDADO USUÁRIOS
Operadora de telefonia vai vender seguro de vida
Data: 25.10.2010 - Fonte: CQCS / Jorge Clapp
Clientes da operadora Vivo devem ficar atentos. Os mais desavisados, que desejam apenas contratar créditos para ligações, podem ter uma surpresa não muito agradável. Isso porque a empresa anunciou em Salvador uma nova modalidade de serviço: a venda de seguros de vida, em parceira com a seguradora Ace. A partir de agora, os clientes pré-pagos da tele poderão adquirir o seguro ao efetuar uma recarga de R$ 15,00. Desse total, nada menos que 20% (R$ 3,00) serão referentes à aquisição da apólice, restando R$ 12,00 de créditos telefônicos.Em um primeiro momento, somente clientes da Bahia e de Sergipe poderão adquirir o seguro. A estratégia, porém, é estender a oferta para todo o território nacional até o fim do ano, começando pelo Nordeste, onde a Vivo tem participação mais discreta.Segundo o diretor de Produtos e Serviços Financeiros da empresa, Mauricio Romão, o objetivo é posicionar a Vivo mais fortemente na região. “Percebemos que a população do Nordeste é mais ávida por esse tipo de novidade do que no resto do país”, explica o executivo, acrescentando que foi detectada uma demanda reprimida por produtos financeiros nas classes C e D, que ainda não têm condições de contratar um seguro tradicional, completou o executivo.Mauricio Romão disse ainda que ao adquirir a recarga com seguro, o cliente da Vivo estará automaticamente coberto contra acidentes pessoais pelo prazo de 30 dias. Em caso de morte, a família do cliente receberá indenização no valor de R$ 10 mil. A compra do produto também dá direito à participação em sorteios com prêmios em dinheiro.Pelo acordo, a Vivo receberá uma participação, não revelada, sobre as vendas dos seguros. A expectativa para o lançamento é de que sejam comercializadas pelo menos 100 mil apólices na Bahia e em Sergipe até o fim do ano. O executivo afirmou também que a oferta não configura venda casada, pois o cliente terá sempre a opção de contratar a recarga sem o seguro. De acordo com ele, o produto será oferecido em breve para outros valores de recarga. Os clientes também poderão, futuramente, adquirir o serviço pelo próprio celular ou via internet.
Data: 25.10.2010 - Fonte: CQCS / Jorge Clapp
Clientes da operadora Vivo devem ficar atentos. Os mais desavisados, que desejam apenas contratar créditos para ligações, podem ter uma surpresa não muito agradável. Isso porque a empresa anunciou em Salvador uma nova modalidade de serviço: a venda de seguros de vida, em parceira com a seguradora Ace. A partir de agora, os clientes pré-pagos da tele poderão adquirir o seguro ao efetuar uma recarga de R$ 15,00. Desse total, nada menos que 20% (R$ 3,00) serão referentes à aquisição da apólice, restando R$ 12,00 de créditos telefônicos.Em um primeiro momento, somente clientes da Bahia e de Sergipe poderão adquirir o seguro. A estratégia, porém, é estender a oferta para todo o território nacional até o fim do ano, começando pelo Nordeste, onde a Vivo tem participação mais discreta.Segundo o diretor de Produtos e Serviços Financeiros da empresa, Mauricio Romão, o objetivo é posicionar a Vivo mais fortemente na região. “Percebemos que a população do Nordeste é mais ávida por esse tipo de novidade do que no resto do país”, explica o executivo, acrescentando que foi detectada uma demanda reprimida por produtos financeiros nas classes C e D, que ainda não têm condições de contratar um seguro tradicional, completou o executivo.Mauricio Romão disse ainda que ao adquirir a recarga com seguro, o cliente da Vivo estará automaticamente coberto contra acidentes pessoais pelo prazo de 30 dias. Em caso de morte, a família do cliente receberá indenização no valor de R$ 10 mil. A compra do produto também dá direito à participação em sorteios com prêmios em dinheiro.Pelo acordo, a Vivo receberá uma participação, não revelada, sobre as vendas dos seguros. A expectativa para o lançamento é de que sejam comercializadas pelo menos 100 mil apólices na Bahia e em Sergipe até o fim do ano. O executivo afirmou também que a oferta não configura venda casada, pois o cliente terá sempre a opção de contratar a recarga sem o seguro. De acordo com ele, o produto será oferecido em breve para outros valores de recarga. Os clientes também poderão, futuramente, adquirir o serviço pelo próprio celular ou via internet.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Eu contrato seguros com corretor de seguros
O produto seguro tem características especiais que o fazem um produto único, tanto no que diz respeito aos seus pressupostos fundamentais quanto em relação à sua distribuição. Assim, para escolher a melhor forma de contratar um seguro o interessado deve antes saber o que ele pretende segurar, contra o que e a que preço. Pode parecer óbvio, mas não é. O objeto do seguro, o risco e o preço que o consumidor deseja pagar fazem uma enorme diferença, principalmente quando ocorre um sinistro.
Objeto do seguro é o que está sendo segurado, como uma vida, atendimento de saúde, um crédito, uma obrigação. O risco é contra qual evento o segurado pretende fazer o seguro, como um incêndio, um acidente pessoal, danos da natureza, batida de automóvel. Já o preço é quanto o segurado está disposto a pagar para ter o objeto do seguro protegido de determinado risco. E ele pode variar em função da cobertura, da sofisticação das garantias, dos serviços acoplados à apólice e de quem é a seguradora que o está garantindo.
Os riscos não são iguais. Nem mesmo dois bens iguais, segurados contra os mesmos riscos, pelo mesmo tipo de apólice, numa mesma seguradora, são iguais. Jamais serão iguais porque os proprietários não são os mesmos, nem a forma do seu uso.
É importante se ter claro que quanto mais complexo o seguro pretendido, mais desamparado o segurado fica. Seguro é contrato, mas é um contrato altamente específico, com nuances e detalhes que podem fazer uma imensa diferença se não forem corretamente dimensionados...
No Brasil não há uma diferença de preço significativa entre o seguro contratado de um corretor profissional de seguros ou de outra forma de comercialização das apólices. Como, em função da legislação aplicável, a figura do corretor faz parte do negócio, os seguros vendidos em agências bancárias ou por outra forma de colocação têm embutido o valor da comissão média paga para aquele tipo de produto.
A vantagem da contratação do seguro por meio de um corretor de seguros é que este profissional existe para assessorar o segurado, desde a prospecção da melhor cobertura até a liquidação do sinistro. É ele quem vai dizer qual é a melhor seguradora para um determinado tipo de risco e vai cotar o risco em diferentes companhias para oferecer ao segurado um número razoável de alternativas.
É o corretor quem vai conferir o preenchimento da proposta de seguro a ser encaminhada para a seguradora e conferir se a apólice emitida está de acordo. Ele vai acompanhar a regulação de um eventual sinistro que atinja seu segurado, o que pode ser fundamental para o pagamento correto da indenização pela seguradora.
O corretor profissional de seguros é capacitado a navegar em mar perigoso, dando ao segurado todo o suporte necessário para que ele tenha o melhor seguro para suas necessidades. Por isso todos os meus seguros são feitos por meio do corretor de seguros.
Por Antonio Penteado Mendonça (*)
(*) ADVOGADO, SÓCIO DE PENTEADO MENDONÇA ADVOCACIA, PROFESSOR DA FIA-FEA/USP E DO PEC DA FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS E COMENTARISTA DA RÁDIO ELDORADO
Fonte: O Estado de S.Paulo (18/10/2010)
Objeto do seguro é o que está sendo segurado, como uma vida, atendimento de saúde, um crédito, uma obrigação. O risco é contra qual evento o segurado pretende fazer o seguro, como um incêndio, um acidente pessoal, danos da natureza, batida de automóvel. Já o preço é quanto o segurado está disposto a pagar para ter o objeto do seguro protegido de determinado risco. E ele pode variar em função da cobertura, da sofisticação das garantias, dos serviços acoplados à apólice e de quem é a seguradora que o está garantindo.
Os riscos não são iguais. Nem mesmo dois bens iguais, segurados contra os mesmos riscos, pelo mesmo tipo de apólice, numa mesma seguradora, são iguais. Jamais serão iguais porque os proprietários não são os mesmos, nem a forma do seu uso.
É importante se ter claro que quanto mais complexo o seguro pretendido, mais desamparado o segurado fica. Seguro é contrato, mas é um contrato altamente específico, com nuances e detalhes que podem fazer uma imensa diferença se não forem corretamente dimensionados...
No Brasil não há uma diferença de preço significativa entre o seguro contratado de um corretor profissional de seguros ou de outra forma de comercialização das apólices. Como, em função da legislação aplicável, a figura do corretor faz parte do negócio, os seguros vendidos em agências bancárias ou por outra forma de colocação têm embutido o valor da comissão média paga para aquele tipo de produto.
A vantagem da contratação do seguro por meio de um corretor de seguros é que este profissional existe para assessorar o segurado, desde a prospecção da melhor cobertura até a liquidação do sinistro. É ele quem vai dizer qual é a melhor seguradora para um determinado tipo de risco e vai cotar o risco em diferentes companhias para oferecer ao segurado um número razoável de alternativas.
É o corretor quem vai conferir o preenchimento da proposta de seguro a ser encaminhada para a seguradora e conferir se a apólice emitida está de acordo. Ele vai acompanhar a regulação de um eventual sinistro que atinja seu segurado, o que pode ser fundamental para o pagamento correto da indenização pela seguradora.
O corretor profissional de seguros é capacitado a navegar em mar perigoso, dando ao segurado todo o suporte necessário para que ele tenha o melhor seguro para suas necessidades. Por isso todos os meus seguros são feitos por meio do corretor de seguros.
Por Antonio Penteado Mendonça (*)
(*) ADVOGADO, SÓCIO DE PENTEADO MENDONÇA ADVOCACIA, PROFESSOR DA FIA-FEA/USP E DO PEC DA FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS E COMENTARISTA DA RÁDIO ELDORADO
Fonte: O Estado de S.Paulo (18/10/2010)
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Cooperativas de Proteção veicular
Data: 07.10.2010 - Fonte: CQCS / Renata Santana
Visansando defender o CONSUMIDOR DESAVISADO, o CQCS - Centro de Qualificação dos Corretores de Seguro, CQCS está utilizando da força da opinião dos Corretores de Seguros para inibir a prática das Associações/Cooperativas de Proteção Veicular.Muitos corretores estão utilizando a nossa comunidade para denunciar, protestar e demonstrar a sua opinião a respeito desses órgãos que agem sem nenhum tipo de regulamentação dentro do mercado segurador.Em respeito a todas as partes que estão envolvidas e em busca principalmente da apuração que é um dos fatores mais relevantes para se chegar a realidade, o CQCS procurou empresas como Ituran, Linces, Mutual e Nobre, o objetivo dessa busca é saber o posicionamento das respectivas empresas referente as acusações feitas pelos corretores.A Ituran, empresa com mais de 400 lojas credenciadas que segue a 10 anos no mercado foi procurada por nossa equipe para prestar esclarecimento referente as acusações que membros da nossa comunidade tem feito, a empresa foi apontada por corretores do CQCS, como fornecedora de rastreador para as associações das Cooperativas de Proteção Veicular.A Linces empresa também de grande impacto no mercado também não se pronunciou sobre o assunto.A direção do CQCS Já está em contato com as principais seguradoras para debater como proceder com as empresas em relação as espresas que prestam serviços aos dois segmentos, dando uma aparência de seguro a esta operação que ilude o consumidor. " As altas lideranças apoiam a nossa iniciativa e em breeve teremos rsultados co cretos. Aguardem!" informa Gustavo Doria Filho, Diretor Executivo do CQCS.A assessoria da Mutual , se manifestou através da diretora de superintendência Cláudia Zalaf, que negou veemente a parceria da companhia com as Associações e Cooperativas, Cláudia ainda alegou que a Mutual está tomando as providências cabíveis.A Nobre também negou o envolvimento com esses tipos de Cooperativas, através de sua presidência a empresa alegou que nenhuma de suas unidades regionais está autorizada a comercializar esses tipos de produtos.Desde já o CQCS deixa o espaço aberto para as empresas que não se pronunciaram, e também afirma e acredita que a nossa comunidade unida vencerá essa prática criminosa.
Visansando defender o CONSUMIDOR DESAVISADO, o CQCS - Centro de Qualificação dos Corretores de Seguro, CQCS está utilizando da força da opinião dos Corretores de Seguros para inibir a prática das Associações/Cooperativas de Proteção Veicular.Muitos corretores estão utilizando a nossa comunidade para denunciar, protestar e demonstrar a sua opinião a respeito desses órgãos que agem sem nenhum tipo de regulamentação dentro do mercado segurador.Em respeito a todas as partes que estão envolvidas e em busca principalmente da apuração que é um dos fatores mais relevantes para se chegar a realidade, o CQCS procurou empresas como Ituran, Linces, Mutual e Nobre, o objetivo dessa busca é saber o posicionamento das respectivas empresas referente as acusações feitas pelos corretores.A Ituran, empresa com mais de 400 lojas credenciadas que segue a 10 anos no mercado foi procurada por nossa equipe para prestar esclarecimento referente as acusações que membros da nossa comunidade tem feito, a empresa foi apontada por corretores do CQCS, como fornecedora de rastreador para as associações das Cooperativas de Proteção Veicular.A Linces empresa também de grande impacto no mercado também não se pronunciou sobre o assunto.A direção do CQCS Já está em contato com as principais seguradoras para debater como proceder com as empresas em relação as espresas que prestam serviços aos dois segmentos, dando uma aparência de seguro a esta operação que ilude o consumidor. " As altas lideranças apoiam a nossa iniciativa e em breeve teremos rsultados co cretos. Aguardem!" informa Gustavo Doria Filho, Diretor Executivo do CQCS.A assessoria da Mutual , se manifestou através da diretora de superintendência Cláudia Zalaf, que negou veemente a parceria da companhia com as Associações e Cooperativas, Cláudia ainda alegou que a Mutual está tomando as providências cabíveis.A Nobre também negou o envolvimento com esses tipos de Cooperativas, através de sua presidência a empresa alegou que nenhuma de suas unidades regionais está autorizada a comercializar esses tipos de produtos.Desde já o CQCS deixa o espaço aberto para as empresas que não se pronunciaram, e também afirma e acredita que a nossa comunidade unida vencerá essa prática criminosa.
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